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Não posso





"Não posso fazer isso!"
" Quem sou eu para orar?"
" Seria hipocrisia da minha parte falar com Deus agora, depois de fazer tanta coisa errada!"

Quem nunca passou por algo semelhante?
É certo que a santidade e perfeição do Senhor nos constrange, porém, nos calarmos diante Deus, não é a coisa certa a se fazer.
"E como o Oriente está longe do Ocidente, assim Ele afasta para longe de nós as nossas transgressões" (Salmos 103:12). Este salmo nos diz que Deus não só perdoa os nossos pecados, mas também os elimina completamente de sua presença. Isso é uma coisa profunda! Sem dúvida, este é um conceito difícil para entendermos, o que explica por que é tão fácil que nos preocupemos com o perdão ao invés de apenas aceitá-lo.Deus lança os nossos pecados no mar do esquecimento (Miqueias 7:18-19). 
Outro versículo importante está em 1 João 1:9: "Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para perdoar os nossos pecados e nos purificar de toda injustiça."
Deus perdoa os seus filhos quando pecam se eles se aproximarem dEle em uma atitude de arrependimento e pedirem para ser perdoados. A graça de Deus é tão grande que pode purificar o pecador do seu pecado para que possa se tornar um filho de Deus e, correspondentemente, é tão grande que, mesmo quando tropeçamos, ainda podemos ser perdoados.
O amor de Deus e a Sua graça são eternos, são infinitos. Não estamos livres do pecado, todos os dias iremos pecar, mas o sangue de Cristo é o que nos justifica, nos alcança e nos livra da morte.
E desde quando somos dignos da graça de Deus? Deus nos amou, perdoou e escolheu para estarmos em Cristo antes da fundação do mundo (Efésios 1:4-6), não por causa de algo que fizemos, mas "a fim de que nós, os que primeiro esperamos em Cristo, sejamos para o louvor da sua glória" (Efésios 1:12). Não é possível ir a qualquer lugar onde a graça de Deus não possa alcançar e não podemos afundar tanto que Deus não pode mais nos libertar. Sua graça é maior que todos os nossos pecados. Quer estejamos apenas começando a nos desviar do caminho ou se já estivermos nos afundando e afogando em nosso pecado, a graça está disponível. A graça é um dom, é de graça!

"Que diremos então? Continuaremos pecando para que a graça aumente?
 De maneira nenhuma! Nós, os que morremos para o pecado, como podemos continuar vivendo nele?" (Rm 6:12).

"Porque, morrendo, Ele morreu para o pecado uma vez por todas; mas, vivendo, vive para Deus. Da mesma forma, considerem-se mortos para o pecado, mas vivos para Deus em Cristo Jesus. Portanto, não permitam que o pecado continue dominando o corpo mortal de vocês, fazendo que obedeçam aos seus desejos. Não ofereçam os membros do corpo de vocês ao pecado, como instrumentos de injustiça; antes ofereçam-se a Deus como quem voltou da morte para a vida; e ofereçam os membros do corpo de vocês a Ele, como instrumentos de justiça. Pois o pecado não os dominará, porque vocês não estão debaixo da Lei, mas debaixo da graça."

Não podemos nos "render ao pecado". o nosso espírito deve sempre lutar contra a carne, lembrando que vence, aquele que alimentarmos mais.
O que devemos fazer, é todos os dias nos esforçarmos para sermos melhores perante Deus. Não somos escravos da carne, pois Cristo nos libertou, e quando entendemos isso profundamente, já não faz sentido viver como o mundo vive, fazer o que o mundo faz.

Precisamos entender que NADA pode roubar nossa relação com Deus. Ele não está interessado se você pecou muito hoje e pouco ontem, porque sempre iremos pecar, o que Ele quer, é o seu coração sincero, é a sua busca e o seu interesse por Ele.
" Segui a paz com todos, e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor;" (Hb 12:14) - Aqui, santificação é todos os dias, é o tempo todo! É assim que devemos seguir a nossa caminhada com Deus;




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Sexo antes do casamento, toques, masturbação e pornografia… É pecado?




Quando falamos sobre sexo antes do casamento, toques, masturbação e pornografia, a pergunta principal que muitos fazem é: “Isso é pecado?”. Creio que esse questionamento é bastante comum, embora uma resposta convincente seja negligenciada geração após geração. Então, humildemente, quero tratar disto de um modo intelectualmente honesto e indo direto ao ponto, sem enrolação, usando quatro textos-chaves, crendo que não há quem possa negar a verdade da Escritura.
“Digo, porém, aos solteiros e às viúvas, que lhes é bom se ficarem como eu; mas, se não podem conter-se, casem-se. Porque é melhor casar do que abrasar-se” (1 Co 7:8,9).
O raciocínio de Paulo é bem simples. Ele está argumentando sobre a possibilidade de solteiros e viúvas abraçarem o celibato – o não-casamento. Em meio ao seu ensino, ele deixa um conselho curto e importantíssimo sobre desejo sexual. Mesmo que ele ansiasse que estas pessoas não casassem, ele sabia que alguns iriam sentir fortes desejos, correndo o risco de alguém não conseguir “conter-se”. O que essas pessoas deveriam fazer? Que atitudes aqueles que não têm força para conter sua sexualidade devem tomar? Masturbação para aliviar? Pornografia para relaxar um pouco? Dá uns “pega” na namorada? Nada disso. Paulo só apresenta duas escolhas para os que não conseguem vencer seu desejo: ou casa, ou se “abrasa” – o que outras traduções põem como “arder de desejo”.
O texto é bem claro, embora não o leiamos com a atenção devida na maioria das vezes. Você, jovem, tem desejos sexuais incontroláveis? Você se sente um poço de luxúria e está a ponto de explodir de vontade? Deus só te permite fazer duas escolhas: ou continuar assim ou se casar – suprindo todo o seu desejo do modo que Ele ensinou.
“Venerado seja entre todos o matrimônio e o leito sem mácula; porém, aos que se dão à prostituição, e aos adúlteros, Deus os julgará” (Hb 13:4).
Esse texto requer um pouco mais de atenção. O escritor usa uma linguagem que pode passar despercebida aos nossos olhos se não formos cuidadosos. Esse texto fala, basicamente, sobre sexo. Temos uma clara ordem para venerarmos, ou seja, prestarmos honras a dois ambientes sexuais intercambiáveis. Primeiro, ao matrimônio; segundo, ao leito sem mácula. Então, ele expõe que Deus julgará os que vivem uma sexualidade oposta ao que deveria ser honrado, ou seja, os que vivem em prostituição e os que vivem em adultério. Podemos perceber, sem muito esforço, que matrimônio é contrastado com prostituição e leito sem mácula, com adultério. Vamos olhar para essas duas oposições.
A segunda oposição é simples: percebemos que quando adulteramos, ou seja, traímos nossos cônjuges, pecamos contra o leito sem mácula – que, pelo texto, só pode ser o leito de um casal devidamente casado. Ou seja, toda relação sexual fora do leito de seu parceiro é um adultério (até mesmo as que não saem do campo da mente e do coração, segundo Mateus 5:27,28). Já a primeira oposição é o que chama nossa atenção de um modo mais específico: as atividades sexuais fora do matrimônio são consideradas como um ato de prostituição. Todo sexo que não ocorre dentro de um casamento é uma atitude prostituta – e digna do julgamento de Deus.
Amigo, toda atitude sexual que ocorre fora do casamento é considerado, neste trecho da carta aos Hebreus, como um ato de prostituição. A Santa Escritura ordena: “Fugi da prostituição”, e completa: “Todo o pecado que o homem comete é fora do corpo; mas o que se prostitui peca contra o seu próprio corpo” (1 Co 6:18). Fuja de toda atitude prostituta, fuja de todo ato sexual que acontece fora do matrimônio.
“Filho do homem, existiam duas mulheres, filhas da mesma mãe. Elas se tornaram prostitutas no Egito, envolvendo-se na prostituição desde a juventude. Naquela terra os seus peitos foram acariciados e os seus seios virgens foram afagados” (Ez 23:2,3).
O texto é muito simples. Deus está narrando para Ezequiel a história de duas irmãs por parte de mãe que se entregaram à prostituição nas terras egípcias, mesmo quando ainda jovens. O pronto principal que Deus ressalta sobre a prostituição daquelas moças é que “seus peitos foram acariciados e os seus seios virgens foram afagados”. Garotas, se o Senhor trata os “toques” de seu namorado como um ato de prostituição, que tal lutar contra isso como você luta contra o sexo em si? Diante de Deus, é o mesmo pecado.
“Fiz um acordo com os meus olhos de não olhar com cobiça para as moças” (Jó 31:1)
A Escritura testemunha sobre Jó, dizendo que ele era um “homem íntegro, reto e temente a Deus”, que “desviava-se do mal” (1:1). O próprio Senhor Jeová proferiu que não havia “ninguém… na terra semelhante a ele, homem íntegro e reto, temente a Deus, e que se desvia do mal” (1:8). Conhecendo as qualidade que Deus entregou a esse servo, vemos um exemplo disso no capítulo 31 do livro que conta sua história. Jó, expondo as próprias obras de justiça, diz que fez um pacto com sigo mesmo de “não olhar com cobiça para as moças”. O texto de Mateus 5:27,28 deixa claro que o cobiçar alguém já é, em si, um ato de adultério.
Como, diante deste ato de Jó, podemos tentar defender a pornografia como aceitável? Não podemos, de modo algum, ceder à nossas vontades carnais que pregam à nossa mente, dizendo que só observar não produz mal algum. Que digamos como o Salmista: “Não porei coisa má diante dos meus olhos” (Sl 101:3).
O que nós aprendemos com esses quatro textos bíblicos?
Vemos na primeira carta de Paulo aos cristãos da cidade de Corinto que só temos duas escolhas com relação aos nossos desejos: ou casar (que é o recomendado) ou arder em desejo. Masturbação, pornografia ou toques não são opções; ou casa, ou se abrasa.
Podemos perceber, pelo texto de Hebreus, que todo ato sexual que ocorre fora do casamento é uma prostituição; e que todo ato sexual que ocorre sem ser com seu cônjuge, é adultério. Então, todo auto-erotismo, sexo pré-matrimonial, preliminares e até masturbar-se quando sua esposa não está afim de ter relações são atitudes dignas do julgamento do Santo Deus.
Percebemos pela profecia de Ezequiel que tocar indevidamente em moças é um pecado de prostituição, mostrando, no mínimo, que o relacionamento entre um casal não-casado nunca deve passar de beijos e carinhos comportados.
Por fim, Jó nos ensina, com a própria vida, a não cobiçarmos as moças (ou os moços, conseguintemente); levando-nos a perceber que a pornografia ou o voyeurismo são atos pecaminosos que precisam ser mortificados em nossas vidas.
Então, amigo, gaste um tempo para lidar com tudo isso. Talvez você já considerasse esses atos como pecaminosos, então medite mais nestes textos e confirme mais as verdades que você já conhecia; se você não tem os pecados sexuais que foram apresentados aqui como realmente pecaminosos, leia os textos bíblicos apresentados aqui com cuidado e oração. Renda-se às verdades apresentadas nas Escrituras e viva a vontade do Pai.
Nota: Sei que esse tema é doloroso para a maioria dos jovens. Tratar esses pecados de um modo indiferente e com pouca compaixão é irresponsável e é uma atitude digna de julgamento severo. Não use essas verdades sem amor e nem use o amor como desculpa para diminuir a verdade. Talvez esse texto caia nesta condenação, mas é culpa de seu caráter mais técnico. Vide regra, mansidão é a melhor maneira de tratar escravos desta pecaminosidade. Não esqueça isso.
Por Yago Martins © Voltemos ao Evangelho.




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A casa caiu

 

Por Ed. René Kivitz

 

“Tem sempre o dia em que a casa cai”, dizia o poeta. Já na Bíblia tá escrito que “nada há encoberto que não venha a ser revelado”, palavras de Jesus. Dizem também que foi Abraham Lincoln quem ensinou que “você pode enganar a todos por algum tempo, alguns o tempo todo, mas jamais enganará todos por todo o tempo”. Na minha juventude ouvia meu pastor aterrorizando a rapaziada: “O diabo ajuda a fazer, mas não ajuda a esconder”. Depois de algum tempo, fiquei com a opção positiva: “Deus repreende os filhos a quem ama”, e nesse caso, quem gosta mesmo de trazer as coisas para a luz é Deus, que tem absoluto interesse em interromper caminhos de destruição e dar novas oportunidades a quem quer que seja.
Infelizmente já vi a casa de muita gente cair. Aprendi que na hora da crise, do desmascaramento, do flagrante ou da denúncia, quando o pecado é revelado e os esqueletos do armário passam a desfilar na calçada, as pessoas se revelam de fato. Algumas poucas bem aventuradas escolhem o caminho da confissão sem justificativas, racionalizações ou transferências de responsabilidades, e simplesmente exclamam “minha culpa, minha culpa, minha máxima culpa”. E depois se entregam a atitudes como pedir perdão, promover reparações e restituições, se humilhar em silêncio diante das vítimas que agridem em revolta vingativa, buscar conselheiros sábios, se submeter à disciplina dos justos (antes de reagir leia o Salmo 141.5), não apressar o tempo de sua própria restauração, vestir saco e cinzas, e calar todas as reivindicações de eventuais direitos que julga possuir. Tudo isso, evidente e muito provavelmentemente, regado a muitas lágrimas e noites em claro.
Os anos me ensinaram que quando a casa cai, o caminho mais curto e o prazo mais breve da restauração implica seguir o conselho do apóstolo (1Pedro 5.6 – AMensagem): “Contentem-se com o que são (digo, admitam o que são) e não empinem o nariz. A mão de Deus é forte e está sobre vocês. Ele os exaltará no tempo certo. Vivam sem preocupação na presença de Deus: ele toma conta de vocês”.

Ed. René Kivitz, é pastor da IBAB (Igreja Batista Água Branca), possui um canal no youtube com vídeos curtos, que muito edificam e é um dos melhores pregadores brasileiro da atualidade.



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Uma grande lição



Ed. René Kivitz


No episódio envolvendo os jogadores do Santos numa visita ao Lar Espírita Mensageiros da Luz, que cuida de crianças com paralisia cerebral para entregar ovos de Páscoa, uma parte dos atletas, entre eles, Robinho, Neymar, Ganso e Fabio Costa, se recusou a entrar na entidade e preferiu ficar dentro do ônibus do clube, sob a alegação que são evangélicos e não sabiam que se tratava de uma casa espírita.
 Os meninos da Vila pisaram na bola. Mas prefiro sair em sua defesa. Eles não erraram sozinhos. Fizeram a cabeça deles. O mundo religioso é mestre em fazer a cabeça dos outros. Por isso cada vez mais me convenço que o Cristianismo implica a superação da religião, e cada vez mais me dedico a pensar nas categorias da espiritualidade, em detrimento das categorias da religião.
A religião está baseada nos ritos, dogmas e credos, tabus e códigos morais de cada tradição de fé. 

A espiritualidade está fundamentada nos conteúdos universais de todas e cada uma das tradições de fé.

Quando você começa a discutir quem vai para céu e quem vai para o inferno, ou se Deus é a favor ou contra à prática do homossexualismo, ou mesmo se você tem que subir uma escada de joelhos ou dar o dízimo na igreja para alcançar o favor de Deus, você está discutindo religião. Quando você começa a discutir se o correto é a reencarnação ou a ressurreição, a teoria de Darwin ou a narrativa do Gênesis, e se o livro certo é a Bíblia ou o Corão, você está discutindo religião. Quando você fica perguntando se a instituição social é espírita kardecista, evangélica, ou católica, você está discutindo religião.
O problema é que toda vez que você discute religião você afasta as pessoas umas das outras, promove o sectarismo e a intolerância. A religião coloca de um lado os adoradores de Allá, de outro os adoradores de Yahweh, e de outro os adoradores de Jesus. Isso sem falar nos adoradores de Shiva, de Krishna e devotos do Buda, e por aí vai. E cada grupo de adoradores deseja a extinção dos outros, ou pela conversão à sua religião, o que faz com que os outros deixam de existir enquanto outros e se tornem iguais a nós, ou pelo extermínio através do assassinato em nome de Deus, ou melhor, em nome de um deus, com d minúsculo, isto é, um ídolo que pretende se passar por Deus.
Mas quando você concentra sua atenção e ação, sua práxis, em valores como reconciliação, perdão, misericórdia, compaixão, solidariedade, amor e caridade, você está no horizonte da espiritualidade, comum a todas as tradições religiosas. 
E quando você está com o coração cheio de espiritualidade, e não de religião, você promove a justiça e a paz. Os valores espirituais agregam pessoas, aproxima os diferentes, faz com que os discordantes no mundo das crenças se deem as mãos no mundo da busca de superação do sofrimento humano, que a todos nós humilha e iguala, independentemente de raça, gênero, e inclusive religião.
Em síntese, quando você vive no mundo da religião, você fica no ônibus. Quando você vive no mundo da espiritualidade que a sua religião ensina – ou pelo menos deveria ensinar, você desce do ônibus e dá um ovo de páscoa para uma criança que sofre a tragédia e miséria de uma paralisia cerebral.

Retirado do Genizah
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NÃO QUERO MAIS SER EVANGÉLICO


Por Ariovaldo Ramos


Ser evangélico, pelo menos no Brasil, não significa mais ser praticante e pregador do Evangelho (Boas Novas) de Jesus Cristo, mas, a condição de membro de um segmento do Cristianismo, com cada vez menor relacionamento histórico com a Reforma Protestante - o segmento mais complicado, controverso, dividido e contraditório do Cristianismo. O significado de ser pastor evangélico, então, é melhor nem falar, para não incorrer no risco de ser grosseiro.
Não quero mais ser evangélico! Quero voltar para Jesus Cristo, para a boa notícia que Ele é e ensinou. Voltemos a ser adoradores do Pai porque, segundo Jesus, são estes os que o Pai procura e, não, por mão de obra especializada ou por 'profissionais da fé'. Voltemos à consciência de que o Caminho, a Verdade e a Vida é uma Pessoa e não um corpo de doutrinas e/ou tradições, nascidas da tentativa de dissecarmos Deus; de que, estar no caminho, conhecer a verdade e desfrutar a vida é relacionar-se intensamente com essa Pessoa: Jesus de Nazaré, o Cristo, o Filho do Deus vivo. Quero os dogmas que nascem desse encontro: uma leitura bíblica que nos faça ver Jesus Cristo e não uma leitura bibliólatra. Não quero a espiritualidade que se sustenta em prodígios, no mínimo discutíveis, e sim, a que se manifesta no caráter.

Chega dessa 'diabose'! Voltemos à graça, à centralidade da cruz, onde tudo foi consumado. Voltemos à consciência de que fomos achados por Ele, que começou em cada filho Seu algo que vai completar: voltemos às orações e jejuns, não como fruto de obrigação ou moeda de troca, mas, como namoro apaixonado com o Ser amado da alma resgatada.
Voltemos ao amor, à convicção de que ser cristão é amar a Deus acima de todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos: voltemos aos irmãos, não como membros de um sindicato, de um clube, ou de uma sociedade anônima, mas, como membros do corpo de Cristo. Quero relacionar-me com eles como as crianças relacionam-se com os que as alimentam - em profundo amor e senso de dependência: quero voltar a ser guardião de meu irmão e não seu juiz. Voltemos ao amor que agasalha no frio, assiste na dor, dessedenta na sede, alimenta na fome, que reparte, que não usa o pronome 'meu', mas, o pronome 'nosso'.

Para que os títulos: 'pastor', 'reverendo', 'bispo', 'apóstolo', o que eles significam, se todos são sacerdotes? Quero voltar a ser leigo! Para que o clericalismo? Voltemos, ao sermos servos uns dos outros aos dons do corpo que correm soltos e dão o tom litúrgico da reunião dos santos; ao, 'onde dois ou três estiverem reunidos em meu nome, eu lá estarei' de Mateus 18.20. Que o culto seja do povo e não dos dirigentes - chega de show! Voltemos aos presbíteros e diáconos, não como títulos, mas, como função: os que, sob unção da igreja local, cuidam da ministração da Palavra, da vida de oração da comunidade e para que ninguém tenha necessidade, seja material, espiritual ou social. Chega de ministérios megalômanos onde o povo de Deus é mão de obra ou massa de manobra!

Para que os templos, o institucionalismo, o denominacionalismo? Voltemos às catacumbas, à igreja local. Por que o pulpitocentrismo? Voltemos ao 'instruí-vos uns aos outros' (Cl 3. 16).

Por que a pressão pelo crescimento? Jesus Cristo não nos ordenou a sermos uma Igreja que cresce, mas, uma Igreja que aparece: 'Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras, e glorifiquem a vosso Pai, que está nos céus. '(Mt 5.16). Vamos anunciar com nossa vida, serviço e palavras 'todo o Evangelho ao homem... a todos os homens'. Deixemos o crescimento para o Espírito Santo que 'acrescenta dia a dia os que haverão de ser salvos', sem adulterar a mensagem.


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Há um só evangelho




"Admiro-me de que vocês estejam abandonando tão rapidamente aquele que os chamou pela graça de Cristo, para seguirem outro evangelho que, na realidade, não é o evangelho. O que ocorre é que algumas pessoas os estão perturbando, querendo perverter o evangelho de Cristo.  Mas, ainda que nós ou um anjo dos céus pregue um evangelho diferente daquele que pregamos a vocês, que seja amaldiçoado! Como já dissemos, agora repito: Se alguém anuncia a vocês um evangelho diferente daquele que já receberam, que seja amaldiçoado! Acaso busco eu agora a aprovação dos homens ou a de Deus? Ou estou tentando agradar a homens? Se eu ainda estivesse procurando agradar a homens, não seria servo de Cristo." (Gálatas 1:6-10)


As vezes me sinto literalmente no meio de uma guerra. Tiros e bombas sendo lançadas no campo adversário, e eu assustada, apenas observando, tentando descobrir quem vai ganhar a batalha, quem está mais forte para isso ou quem realmente merece vencer.

De um lado, escândalos, manifestações bizarras, eventos mirabolantes e um argumento que chega a persuadir milhares de pessoas.

De outro, apenas a indignação e revolta ao ver tantos absurdos, e tantos pequeninos sendo levados a esses ventos de doutrinas. Manifestam, protestam, gritam, mas tudo isso parece não causar efeitos.

O que fazer? Pra onde olhar? A quem seguir?

A resposta é simples: Voltemos aos evangelho!
É isso, aliás, o que lemos em Marcos 1:14-15“Veio Jesus para a Galiéia, pregando o Evangelho do reino de Deus, e dizendo:  O tempo está cumprido, e o reino de Deus está próximo. Arrependei-vos, e crede no Evangelho.”
Notemos o que Jesus declarou:  “Crede no Evangelho!”
Qual evangelho?  O único que Ele proclama – “o Evangelho do reino de Deus”.
Evangelho, significa boas novas, "O tempo é chegado", dizia ele. "O Reino de Deus está próximo. Arrependam-se e creiam nas boas-novas!" (Marcos 1:15)
Boas novas (novidades, notícias boas), é que Jesus está voltando, e preparou um lugar para nós, boas novas de que Ele nos libertou da condenação, boas novas a respeito da vida eterna. 
Boas novas não são carros, riquezas, cargos e paraíso aqui na terra.
Nós, cristãos, não precisamos desejar o que o mundo deseja, pois temos o entendimento que essa vida aqui na terra é passageira, e nosso maior presente, nossa maior vitória não é aqui, como pregam por aí, mas é no céu, com no nosso Senhor.

Em meio a essas lutas pela razão teológica, precisamo nos voltar ao Criador, seguir os passos do Mestre, estudar o livro dos livros e buscar intimidade  com o presente que Cristo nos deixou: O Espírito Santo. Amigo, consolador e perfeito.

Experimente do amor de Deus, achegue-se a Ele, fale d'Ele para as pessoas a sua volta, e abra mão de toda e qualquer discussão que não levará a nada.

O Espírito de Deus passeia pela terra, procurando corações que O adorem em Espírito e em verdade. Que você deseje ter esse coração, para que Deus encontre morada em você, e possa te usar para o que ELE quiser;
Que você adore com entendimento e não com emoções.

Para concluir, palavras chaves para evangelho: cruz, amor, verdade, comunhão, busca e oração. Esse é o evangelho verdadeiro que devemos seguir, ajudando uns aos outros, permanecendo firme e não se contaminando com as coisas desse mundo.



















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